Jun 17, 2007

Journal of apocalyptic embalsamation

Master Embalsamator,
Department of embalsamation, empalhation and soon, also amalgamation!

Os dados obtidos no decorrer do trabalho de investigação multidisciplinar desenvolvido por este departamento, encontram-se em seguida expostos para que os membros da APEM possam discutir e concluir acerca da sua validade.

Como é sabido, amálgama (amalgam) é o termo com que se designa todo tipo de liga metálica em que um dos componentes é o mercúrio. Por exemplo designa-se por amálgama de sódio uma liga contendo mercúrio e sódio. É todavia sobejamente conhecido o efeito nefasto que o mercúrio tem nos organismos biológicos, em especial na vida anelídea, sendo que já foi directamente relacionado com suicidios anelidicos em massa e o conhecido massacre do anzol, responsável pela chacina de milhares de concidadãos anelídeos. Neste sentido, com o fim de se procurar uma alternativa para o mercúrio nas amalgamas (amalgams) e nas reacções de amalgamação (amalgamation), o departamento desenvolveu uma liga perfeitamente inofensiva para os anelídeos. A liga utiliza cobre em vez de mercúrio na sua composição, sendo este substituto inofensivo do ponto de vista biológico. Deste modo propôem-se uma revisão da nomenclatura utilizada para esta liga. Deverá o termo amalgama (amalgam), ser substituído por Analgama (analgam) dada a introdução de Cu na composição da liga. As reacções de analgamação (analgamation), deverão ser levadas a cabo em caixa de luvas dada a toxicidade do Cu em alguns ambientes químicos. No campo da electroquímica há que ter em conta a electrodeposição do Cu em eléctrodos que utilizam a Analgama (analgam), pois podem surgir reacções de deposição anelidica no buraco da minhoca ( worm hole annelidic deposition).

Espero, caros associados, que a exposição tenha sido clara e aguardo pelo vosso comentário a esta autêntica revolução no campo da analgamação.


Master Embalsamator