Em busca de vida anelídea extra-terrestre: um novo paradigma para o homem.
Em virtude da importância das últimas publicações feitas na área da busca de vida anelídea intra-terrestre1-4 e extra-terrestre5, serve a presente comunicação para expor aos caros associados o tipo de abordagem que deve ser feita pela APEM para se colocar de novo na primeira linha no que diz respeito à busca de vida anelídea extra-terrestre.
A busca de vida anelídea intra-terrestre é um ramo da embalsamação com grande afirmação nas ciências do oculto desde a célebre publicação de Isaltino Morais6 em 2002. A importância desta publicação é impar nesta área científica e teve implicações em todas as áreas das ciências do oculto, desde a demonologia analítica à simulação invocacional. As conclusões brilhantes de que existe vida anelídea intra-terrestre tiveram um reflexo imediato na idade moderna e redefiniram um novo rumo para a embalsamação e para o empalhamento anelídeo. Mas é tempo de ir mais longe e de pensar porque não agora a vida anelídea extra-terrestre? Mais uma vez existe uma publicação que pode ser o ponto de partida para que se consiga algo de extraordinário neste campo. A recente publicação de Santana Lopes5, que demonstra que existe forte possibilidade de existência de vida anelídea extra-terrestre. Este estudo consegue demonstrar com base no desempenho do governo de Santana Lopes que existe vida anelídea extra-terrestre. Este feito é conseguido extrapolando para infinito o facto de terem existido anelídeos ininteligíveis no governo e introduzindo um factor de correcção, factor F. A APEM não pode ficar alheia a este facto e fazer de conta que nada se passa, é necessário conjugar esforços para mais uma vez nos colocarmos na vanguarda desta área emergente da embalsamação e como instituição científica que somos temos o dever de trabalhar no sentido de dar à comunidade anelídea o direito de saber se estão sozinhos no universo.
* Contact: Department of embalsamation and empalhation of the FCOUL ( Faculdade de Ciências do Oculto da Universidade de Lisboa)
Referências:
2-
3- Brito, Journal of incompetence, inactivity and other brilliant ways of doing nothing 2, 4566-5687.
4- Valentim Loureiro A política e os electrodomésticos: uma relação de coexistência simbiótica (Anelidic University Press 1999).
5- Santana Lopes, Jornal Português da assertividade da estupidez, 234, 2004.
6-
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